Mensagem do Presidente

João Fernando Brito Nogueira,
Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira e da Fundação Bienal de Arte de Cerveira

 

Caras e caros visitantes,

Há sonhos e desafios do passado que são um orgulho e elevam a responsabilidade do presente para o futuro.

A Bienal Internacional de Arte de Cerveira é o exemplo concreto da conquista da utopia e do vingar da ousadia, perseverança e trabalho visionário dos fundadores, transmitindo um honrado compromisso para a sua preservação e projeção, para além do valioso legado artístico.

A história só é digna desse nome se, ao mérito testemunhado, soubermos acrescentar mais-valia. As bienais evoluíram para acompanhar a fugacidade e exigência dos tempos. E se é verdade que devemos manter a génese da criação das bienais, também é verdade que, a partir da arte tradicional, queremos que sejam desenvolvidas novas e modernas expressões artísticas.

Temos muitas certezas, e uma delas é a excelência desta 19.ª edição que, entre uma programação diferenciada e de qualidade, vê mais um sonho concretizado ao integrar a VIII Bienal de Jovens Criadores da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), trazendo cerca de 250 participantes, 180 dos quais jovens artistas. É uma grande honra alargar a bienal mais antiga do país e da Península Ibérica aos países da CPLP.

Interação, descentralização e internacionalização são os três conceitos que devem ser permanentemente trabalhados e potenciados. O sonho e o desafio, intrínsecos aos 40 anos que a Bienal Internacional de Arte de Cerveira assinala em 2018 é redefinir linhas futuras quer do certame em si, quer de todo o vasto trabalho da Fundação Bienal de Arte de Cerveira ao longo de 365 dias.

Falar da Bienal Internacional de Arte de Cerveira é perpetuar um passado histórico e assumir um futuro promissor.